Nada de novo, só é mais do mesmo.

Um país invadindo o outro, não com tropas, mas com propaganda, é possível?

Me deparei com uma noticia no jornal que dizia da invasão por propagandas maliciosas, e fiquei aqui pensando…

Mas isso já é uma prática muito antiga e exercida por praticamente todos os países em posição de guerra, seja guerra armada, guerra ideológica, guerra política, e tantas outras guerras promovidas pelo homem.

É o uso da palavra em forma de mensagens destinada a destruir a confiança dos inimigos, muitas vezes com mentiras e suposições que contrariam toda a verdade de ser humano, é o retrocesso da língua, uma forma de destruição da comunicação efetiva.

O problema é que as informações são trocadas de lado a lado, instituindo de forma sólida a chamada desinformação.

E depois, quando a tal desinformação for elevada a instituição, – pode esquecer – tudo estará perdido, não se sabe mais o que é mundo imaginável e mundo real.

Um lado diz a mentira, que repetida muitas vezes, soa como uma verdade irrefutável, de outro lado, transparece uma verdade inexistente ao alcance dos cidadãos, tornando a informação impregnada de uma mentira real.

Quando alguém acredita na mentira e começa a disseminá-la constantemente, induz aos outros que aquela mentira era de fato uma verdade e os outros passam a acreditar e compartilhar aquela mentira que torna-se uma verdade de todos.

A influência da propaganda maliciosa nos homens é destruidora, destrói reputações, destrói confiança, destrói expectativas. E já esta entre nós há muito tempo, nos rádios, nas televisões, nos jornais e agora com a força toda na internet.

E o pior é que ela paira pelos dois lados, a quem lhe interessar e ser conveniente, o lado da verdade e o lado da mentira, tornando a desinformação muito mais potente e quase impossível de tirar conclusões acertadas a respeito do assunto tratado.

É mais uma face da manipulação do texto em favor a caprichos particulares.

Aprimore, Melhore, Atribua Valor

Revise.

Fonte: https://www.nytimes.com/2022/06/17/world/europe/ukraine-russia-propaganda.html

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ERRO: Desculpe, a verificação de humanidade falhou.

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